Diante da preocupante marca histórica de 1.470 feminicídios registrados no Brasil em 2025, o deputado estadual Zé Teixeira manifestou profunda preocupação com a segurança das mulheres sul-mato-grossenses. Com um crescimento de 316% nos casos de feminicídio em uma década no país, atingindo a média de quatro mortes por dia, o parlamentar defende que a resposta do Estado deve ser dupla: rigor máximo na punição aos agressores e suporte para que a vítima rompa o ciclo da violência.
A trajetória de Zé Teixeira na Assembleia Legislativa é marcada por ações concretas. Um dos marcos mais recentes foi a implementação do Programa Recomeços pelo Governo do Estado, via Secretaria de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead). A iniciativa atende uma indicação direta do deputado, feita em 2022, inspirada em modelos municipais de sucesso.
O programa oferece abrigo seguro e suporte financeiro a mulheres em risco de morte acolhidas em casas-abrigo. Para Teixeira, o auxílio é o primeiro passo para a liberdade. “A segurança é fundamental no primeiro momento, mas precisamos garantir perspectivas futuras. A dignidade vem por meio do emprego, da renda e da capacidade da mulher de prover para si e para seus filhos sem depender do agressor”, analisa o parlamentar.
Rigor – Autor da Emenda Constitucional 87, que proíbe condenados por violência doméstica de ocuparem cargos públicos no Estado, e da lei que instituiu o Outubro Rosa em MS, Zé Teixeira reforça a necessidade do endurecimento das penas. Ele celebrou a recente sanção da lei federal que elevou a pena mínima do feminicídio para 20 anos, podendo chegar a 40. “A vida da mulher não tem preço e a impunidade não pode ter espaço. Defendo que crimes bárbaros contra mulheres e crianças recebam punições ainda mais severas dentro da nossa legislação”, afirma Teixeira.
Para o deputado, o aumento da violência é um reflexo da resistência de parte dos homens em aceitar a independência e os direitos conquistados pelas mulheres. Ele reforça que toda a sociedade deve ficar atenta e não pode tolerar os primeiros sinais de agressão, inclusive psicológica e moral. Casado há 64 anos, pai, avô e bisavô de meninas, Teixeira faz um apelo ao diálogo e ao respeito absoluto à autonomia feminina. “O homem deve respeitar a decisão da mulher. Se a separação for inevitável, o caminho é o afastamento e o respeito, mantendo sempre o cuidado e o amor pelos filhos. A violência nunca será a solução para o fim de um relacionamento”, aconselha o deputado.
Adriano Furtado
Jornalista
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